Oh no.

Eu achava o seguinte: que eu ia entrar na faculdade particular, ia estudar pra passar na federal sem pressão nenhuma porque né, caso não passe já estou numa faculdade, olha que maneiro.

Mas não.

Cá estou eu tendo um ataque de pânico porque o vestibular está chegando, ainda falta bastante coisa pra estudar e foda-se que eu já to numa faculdade! Ela é particular e eu não quero continuar pagando!

Socorro.

Chegou o momento em que eu fico louca por causa desse maldito vestibular. :(

Save me, Barry!

É sempre uma grande agonia quando o namorado vai viajar. Ok, essa é só a segunda vez que acontece, mas mesmo assim.

Ele foi trabalhar em Chapecó [alguém que mora lá e possa servir de detetive? Gratifica-se], vai filmar o show do AMADO BATISTA e vai voltar feliz [$.$] e lindo [<3] pra mim na terça.

Até terça eu já morri, murchei e virei pó de saudade.

Dramática, eu? Capaz.

Por mim eu viveria GRUDADA nele. Menos nos momentos de privacidade, claro.

Que dependência, né? NEM TO.

Prefiro ser esse tipo de namorada do que ser dessas que nem sabe onde o homi tá.

Enfiiim, só pra desabafar mesmo.

E o título foi super aleatório, mas eu sei que a Tary vai saber do que se trata. :)

 

Ser criança / Ter infância.

Ser criança é diferente de ter infância.

Esse foi um dos assuntos debatidos hoje na minha aula de Políticas Educacionais.

Ser criança todo mundo sabe o que é. É quando tu é pequeno, quando depende de pessoas para sobreviver.

Ter infância é outra coisa. Eu sei que muitas, ou todas as pessoas que leem o meu blog  tiveram infância. Ter infância é ter história boa pra contar, é ter brincado muito, ter se machucado um bocado nas brincadeiras, é ter amiguinhos, família presente, casa de vó, risadas e diversão o tempo todo.

E aí o que sobra para as crianças carentes, pobres, aquelas que precisam trabalhar já desde pequeninho para se sustentar? Essas tiveram infância?

Vimos um pedaço de um documentário na aula [Crianças Invisíveis o nome] que mostrava duas crianças que catavam lata e papelão para vender e ganhar uns 12 reais por dia, às vezes até menos. Passavam quase dois dias fora de casa para poder chegar cedo no lugar onde eles vendiam o que conseguiam. Mesmo com essas dificuldades eles ainda tinham inocência. Faziam brincadeiras entre eles e enquanto estavam “pilotando” o carrinho, imaginavam estar em uma corrida de carros.

Quando essa inocência se perde? E os pais dessas crianças? E a escola?

E por que ainda tem tanta criança nessa vida de trabalho quando elas deveriam mesmo estarem brincando?

Fica aí a reflexão.