Pergunta pra ele.

Peguei na biblioteca da faculdade o livro A Cabana.

Já leram?

Sempre quis ler, mas não sabia do que se tratava. Peguei mesmo assim e fui pra casa. Fiquei surpresa por saber que o livro é um tanto religioso e que traz uma questão ótima que me fez pensar muito.

Ainda não terminei de ler, mas não paro de pensar a respeito. Basicamente o personagem principal do livro tem um encontro com Deus.

Cara, já pensou nisso?

Eu não sou religiosa, acredito em algo superior que está por aí nos cuidando que por convenção chamo de Deus sem muita certeza, sabe assim? Queria ser mais esclarecida quanto a isso, mas ainda não sou… tudo a seu tempo, né?

Só que esse livro me fez  ficar horas pensando. Se eu tivesse a oportunidade de me encontrar com Deus… o que eu faria? O que eu falaria primeiro? Como eu chamaria ele?

Primeiro eu sei que morreria de medo, já que tenho medo do desconhecido, imagina um desconhecido tão importante!? Ficaria tensa e nervosa, gaguejaria, e por fim jogaria um monte de perguntas que estão na minha cabeça ainda sem respostas.

Pra começar, o que ele tava pensando quando criou tudo? Levando em conta que foi ele que criou tudo.

O que vai ser do mundo daqui pra frente? E 2012, vai rolar mesmo? A humanidade ainda tem conserto?

E a minha vida, to indo bem até agora? Vou morrer logo? [e nessa última eu ia insistir pra ele me responder] E assim vai.

Tenho pensado em mil perguntas que poderia fazer pra ele e fico um pouco frustrada, porque não tenho a resposta de nenhuma e imaginar o que ele poderia me responder me da uma agonia tremenda.

E vocês? O que perguntariam pra Deus? O que falariam com ele?

Me contem, quero pensar mais sobre.

E né, fica aí a reflexão.

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Eu sou da seguinte opinião.

Basta entrar na faculdade pra ser bem sucedido. E só não é quem não quer [ou claro, quem não pode].

Eu estou tendo aula a duas semanas e já entrei como voluntária num projeto de pesquisa no qual minha professora de Português é coordenadora e que se der tudo certo, ano que vem eu viro bolsista do projeto, e fui escolhida como representante da turma e em função disso já tenho uma reunião marcada e um futuro seminário para o mês que vem.

Pô, ta bom pra duas semanas, né?

Eu não quero me exibir, juro. Só quero dizer que eu só consegui essas coisas porque eu fui atrás. Fui lá, mandei email pra professora, depois falei com ela pessoalmente, me candidatei para ser representante da turma, porque eu acho bacana [sem contar que nunca fui representante na vida! haha], e sabe? Eu quero ver as coisas acontecendo, não quero ficar parada esperando as aulas passarem.

Então eu sou da opinião que se a gente corre atrás a gente consegue. E aí vocês me falam: jura? ¬¬

Juro mesmo. Porque muita gente acha que se ficar com a bundinha na cadeira esperando, as coisas vão acontecer. Tenho uma notícia pra esses: não vão.

Corre atrás! Simples, fácil, te eleva em mil níveis, e faz bem.

Recomendo. (:

Eu tenho uma teoria.

E é uma teoria super recente.

Eu era assim: acontecia algo de bom, eu ia lá e contava pra todo mundo, pra todo mundo comemorar comigo. Também contava todos os meus planos, o que eu queria e não queria fazer, o que tava sentindo, o que achava de tal pessoa, enfim! Contava tudo.

Comecei a aprender aos poucos que isso não funciona. E quem me ensinou foi meu namorado. Ele me mostrou que não dá pra ficar contando tudo, me mostrou que as pessoas têm inveja, mesmo que não demonstrem, e me mostrou que muitas pessoas torcem para que as coisas não dê certo pra mim. Eu sei que isso é meio óbvio para os outros, mas para mim foi meio chocante me dar conta disso.

Eu não sou supersticiosa nem nada, mas percebi que quando eu contava as coisas para as pessoas, essas coisas não aconteciam. Tá, talvez eu seja um pouco supersticiosa, que seja.

Então, a minha teoria é exatamente essa: não dá certo contar tudo para as pessoas. Melhor não contar quase nada, só o necessário.

Só posso dizer que tudo tem sido bem melhor desde que aprendi essa “lição”.

Recomendo.