Desgosto.

Sabe aqueles dias que tu te olha no espelho e não gosta de NADA do que vê? Pois é, acabo de viver isso.

E olha, me pegou de jeito.

Faz um tempinho que eu ando me desgostando, que me olho no espelho e digo “ai to gorda” e nada faço.

Só que chega!

Eu preciso fazer alguma coisa a respeito. Primeiro porque não é certo eu não gostar da minha aparência e segundo porque a saúde é importante. Eu já escrevi sobre isso por aqui. Já disse que parei de tomar refrigerante, que ia emagrecer…e nothing.

Vergonhoso, eu sei. Por isso eu decidi que preciso mudar alguns dos meus hábitos pra chegar a esse resultado magro.

Primeiro de tudo eu preciso parar de dormir tarde. Porque daí eu acordo tarde e meu café da manhã já é o almoço. WRONG!

Depois eu preciso comer mais salada, coisa que quase nunca faço. Parar com o refrigerante, fazer exercícios, caminhadas, etc.

Porque olha, se olhar no espelho e não ver nada de bom e bonito é muito ruim.

E também porque que eu disse pro namorado que se eu não estiver gostosa até o verão não vou pra praia, então ele decidiu me ajudar. hahaha

Quem tá comigo?

Minhas férias – Parte II : Milho verde, queijo qualho e tatuíras.

Quem me conhece sabe que sou LOUCAMENTE APAIXONADA POR MILHO!

É um amor enorme. E milho verde na praia então…nossasenhora hein.

Todos os dias que estive na praia, TIVE que comer milho verde, essa delícia inventada por algo divino.

MAS nem tudo são flores. Eu não tenho a belíssima habilidade de passar margarina e sal no milho. Sofro com isso.

Meu namorado até tentou me ensinar uma técnica, mas não adianta, não rolou. Me meleco toda e não fica tão bom, então sempre peço para alguém, qualquer pessoa, para que faça esse serviço pra mim. Aliás eu não sei qual é o problema da própria tia que vende o milho temperar. Ganharia mais a simpatia dos clientes. Certeza.

De qualquer jeito, mesmo que fique mal temperado eu não deixo de comer. MILHO, SEU LINDO, EU TE AMO.

Anyway, queijo qualho é uma das coisas que também se come na beira da praia, mas isso eu não consigo aceitar. Aliás, não consigo nem sentir o cheiro que já fico enjoada, sério. Não sei como as pessoas gostam. E olha que eu adoro queijo, mas assim não. Sem contar que uma vez eu li na Capricho [quando eu era pré adolescente obcecada pela revista] que queijo qualho tem muitas bactérias e coisas nojentas. Então né, pra que comer?

Melhor comer tatuíras. Sabem o que é? Não sei se tem outro nome no lugar onde vocês moram, mas aqui no RS é tatuíra mesmo, ou “cachorrinho do mar”.  Dá pra comer frito! Na verdade, tenho um certo pavor deles. Sei bem que eles não fazem nada além de serem levados pelas ondinhas que quebram no mar e se enterrarem na areia, mas quando eles passam nos meus pés, com sua intermináveis patinhas me da uma agonia sem fim. Por isso prefiro ou entrar no mar de uma vez, em um lugar sem tatuíras, ou ficar na areia mesmo. Areia seca, bem longe da beira.

Parte III: Mosquistos de praia. Aguardem. haha

Minhas férias – Parte I: Argentinos

Na praia onde eu fiquei (Daniela, em Floripa), tinha MUITOS argentinos! Desconfio de que eles tenham fundado a praia ou algo assim. Observei que eles andam em bandos de 20 ou 30 pessoas. Tomam metade da praia, chegam fazendo muito barulho, com crianças correndo e jogando areia da cara das pessoas, os homens gordos e de sunga [!], mulheres “puro botox” e todos sem exceção super vermelhos. Começo a desconfiar que protetor solar não é vendido por lá.

Eu particularmente os acho engraçados e muito barbeiros na direção, tanto é que um atropelou meu irmão!

Bem se sabe que na Argentina não tem ou é bem rara as pessoas negras. Ok. Num dia fui almoçar no shopping com minha irmã e três amigas negras. Ok again. Na praça de alimentação, elas foram paradas por uma guria que pedia, ou melhor, quase implorava pra tirar fotos com elas. Pediu num tom de admiração incrível e ficava dizendo que adorava a cor da pele delas. Achei o máximo e um tanto curioso também.

Eu sei que é raro lá e tal, mas a ponto de pedir pra tirar fotos? Azamigas disseram que isso é bem comum, e que elas já estão acostumadas. Achei também um pouco falta de educação. Algum brasileiro, por exemplo, pede pra tirar foto com um americano quando vai nos EUA? Pede pra tirar foto com um japa quando vai no Japão?  Tá, acredito que alguns façam isso mesmo, mas EU não faria. Não acho de bom tom [sempre quis falar/escrever isso]

Parte II : Milho verde, queijo qualho e tatuíras. Aguardem. (: